Entrevista Especial com: VINICIUS VIANNA

 

 

Amanhã estreia a nova novela das seis da Globo: “Flor do Caribe” e meu entrevistado de hoje é um dos colaboradores dessa trama que já estreia com a promessa de ser um grande sucesso tamanha a perfeição que vem sendo preparada pela equipe competente do autor Walther Negrão. Meu entrevistado de hoje tem uma trajetória profissional de sucesso, começou a carreira de maneira despretensiosa, foi para na teledramaturgia por insistência do novelista Antônio Calmon e de lá pra cá colaborou em diversas novelas de sucesso, como: “Top Model”, “Tropicaliente”, “Por Amor”, “Laços de Família”, “Kubanacan”, “Da Cor do Pecado”, “Belíssima” e “Passione”, ou seja, já trabalhou com os mais renomados novelistas da TV Brasileira, como: Manoel Carlos, Silvio de Abreu e Carlos Lombardi, absorvendo o estilo dramatúrgico de cada e compondo seu próprio estilo ele se tornou um grande colaborador de novelas da Globo, a exemplo do nosso querido Júlio Fischer, e enquanto espera seu momento de autor-titular acontecer segue trilhando a sua trajetória. A “Entrevista Especial” do “No Mundo dos Famosos” de hoje é com o talentoso roteirista VINICIUS VIANNA.

 

“Se eu tivesse que dar uma aula de colaborador um dia, eu diria, sejam atores! E é o que a gente é. Não no sentido de representar outro personagem. Não. Jamais. Quanto mais um colaborador se coloca, melhor para o trabalho. Mas ator no sentido de se adaptar à levada do autor, ao texto, aos detalhes, uma série de coisas que fazem com que você se aproxime do texto.”

(Vinicius Vianna)

 

Jéfferson Balbino: Vinicius, quando e como você se descobriu escritor?

 

Vinicius Vianna: Isso não aconteceu. Só queria escrever um romance sobre a minha geração. Não tinha técnica, mal sabia português, estrutura narrativa, ritmo, não fazia a menor ideia como começar. Sentei tantas vezes diante da minha Olivetti e dei a partida. Achava tudo uma porcaria. Jogava fora e começava de novo. E daí pro lixo de novo. Até que percebi que tinha que continuar. E depois eu consertava o que ficava ruim. E foi assim que aprendi. Na marra. Mas eu só queria escrever este livro, mais nada. Até porque passei cinco anos escrevendo, dos meus vinte aos vinte e cinco. “Dedé Mamata”. Foi um trabalho árduo e solitário, não queria repetir.

 



Escrito por jéfferson às 21h29
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Entrevista Especial com: VINICIUS VIANNA

 

 

Jéfferson Balbino: Sua estreia como colaborador de novelas ocorreu em “Top Model” (TV Globo/1989). Qual foi o caminho que você percorreu até surgir essa oportunidade? Houve muitas dificuldades pra ingressar na TV?

 

Vinicius Vianna: Um dia estava em casa e Calmon me ligou dizendo que “Dedé Mamata” foi tão marcante para ele como o “Encontro Marcado” de Fernando Sabino. Já havia valido a minha carreira literária. Ele queria filmar o “Dedé Mamata”. Dias depois, me liga o Cacá Diegues falando a mesma coisa. Pronto. Minha carreira de escritor podia terminar ali que já estava ótimo. Assim, trabalhando com o Calmon, ele acabou me chamando para fazer o último ano de “Armação Ilimitada” e depois fizemos um projeto “Shop-Shop”, que eram jovens num shopping Center, mas o projeto não foi ao ar. Aí o Calmon foi chamado para fazer novela e ele me chamou. Eu não queria, não acreditava que seria capaz de converter uma página em imagens e diálogos que é a essência de um roteiro. No romance você controla tudo, a novela não, é um bicho solto, tem que segurar firme pelas rédeas. Mas graças a Deus ele me convenceu e entrou o Negrão como autor. E foi com ele que eu aprendi o que era fazer novela. Foi com o Negrão.

                                                                          

Jéfferson Balbino: Você colaborou em 3 obras do autor Antônio Calmon, sendo elas: “Vamp” (TV Globo/1991), “Sex Appeal” (TV Globo/1993) e “Olho no Olho” (TV Globo/1993). Como foi essa parceria? E porque ela foi interrompida, já que há muito tempo vocês não trabalham juntos?

 

Vinicius Vianna: Veja bem. Começamos lá atrás com o meu livro. Depois fizemos um roteiro para o filme “Dias Melhores Virão” do Cacá Diegues, junto com o próprio Cacá e com o Vicente Pereira. Depois três novelas, uma minissérie, foi um casamento e tanto, como dizemos de nossas parcerias. E acabou se desgastando naturalmente com o tempo. E cada um tomou seu caminho. Mas somos amigos e nos divertimos muito quando nos encontramos.

 

Jéfferson Balbino: Há alguma diferença entre ser colaborador de uma novela e de uma minissérie?

 

Vinicius Vianna: Não tenho experiência suficiente para falar sobre isso. Fiz uma minissérie e faz tanto tempo. Lembro que eu não gostei, na época. Achei que podíamos ter feito mais devagar. Mas foi curta. Não escrevemos com ela no ar. E não foi do tamanho que uma minissérie deve ter, como “A Casa das Sete Mulheres”, “Dalva e Herivelto” e tantas outras.

 



Escrito por jéfferson às 21h28
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Entrevista Especial com: VINICIUS VIANNA

 

 

Jéfferson Balbino: A audiência pode ser considerada o termômetro do novelista?

 

Vinicius Vianna: Pode, não. É. Depois vem o que se fala na rua. A crítica vem em seguida. Os números não mentem.

 

Jéfferson Balbino: O que você destacaria do seu trabalho na equipe de roteiristas das novelas: “Tropicaliente” (TV Globo/1994), “Vira Lata” (TV Globo/1996) e “Pé na Jaca” (TV Globo/2006)?

 

Vinicius Vianna: “Tropicaliente” foi uma das melhores novelas que eu fiz. Não só pela novela, como pela equipe. Negrão, eu, Beth Jhin e Ângela Carneiro. Eu diante daqueles três grandes escritores. E foi uma festa. Se para Hemingway Paris era uma festa, pra mim “Tropicaliente” foi uma festa. Já com o Lombardi é diferente. Ele é muito meu amigo. Me ensinou muito também e devo muito a ele. Quando ele me chama, estou sempre pronto a atender o chamado. Agora vai ser difícil, mas quem sabe?

 

Jéfferson Balbino: Ao longo de sua carreira você já trabalhou com vários autores... Como você se adequou pra se enquadrar no estilo dramatúrgico de cada um?

 

Vinicius Vianna: Este é o grande segredo. E é tão segredo que eu mesmo não sei. Mas se eu tivesse que dar uma aula de colaborador um dia, eu diria, sejam atores! E é o que a gente é. Não no sentido de representar outro personagem. Não. Jamais. Quanto mais um colaborador se coloca, melhor para o trabalho. Mas ator no sentido de se adaptar à levada do autor, ao texto, aos detalhes, uma série de coisas que fazem com que você se aproxime do texto.

 

Jéfferson Balbino: Em 1996, você integrou a equipe de roteiristas da novela “Anjo de Mim” (TV Globo). Que lembrança você tem desse trabalho?

 

Vinicius Vianna: A mesma de “Tropicaliente”. Era a mesma equipe. Foi uma festa, apesar do trabalho monástico!

 

Jéfferson Balbino: Até que ponto vai o poder de decisão de um colaborador numa novela?

 

Vinicius Vianna: Até o ponto do autor gostar.

 

Jéfferson Balbino: A que você atribui o imenso sucesso de público e crítica que a novela “Por Amor” (TV Globo/1997) alcançou?

 

Vinicius Vianna: Ao talento do Manoel Carlos. E foi minha primeira novela com ele. Que sorte, né?!

 



Escrito por jéfferson às 21h27
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Entrevista Especial com: VINICIUS VIANNA

 

 

Jéfferson Balbino: O papel do novelista se restringe apenas em contar boas histórias e conscientizar o público para os problemas sociais ou vai, além disso?

 

Vinicius Vianna: É gosto pessoal. Claro que um produto que chega a milhões de brasileiros deve ter mensagens, conscientização, mas eu prefiro uma boa história.

 

Jéfferson Balbino: Em Outubro/2010 eu entrevistei a autora Leticia Dornelles, sua colega na equipe de autores da novela “Andando nas Nuvens” (TV Globo/1999) que fez a seguinte declaração a respeito do trabalho dela nessa novela: “Foi uma novela divertida, mas muito problemática no bastidor. Há autores e autores. Adoraria não tê-la escrito. Mas deve ter sido parte de algum Karma.”. Que problemas houve nos bastidores dessa trama? Pra você também foi uma experiência traumática tê-la escrito?

 

Vinicius Vianna: Pra mim, não. Foi maravilhosa. E não vamos esquecer que a novela era do Euclydes, com Beth Jhin e Nelson Nadotti também. Não sei porque a Letícia entrou nessa. Ela não tinha experiência suficiente para falar. E outra coisa: não se fala de bastidores.

 

Jéfferson Balbino: Além de “Por Amor”, você também trabalhou com o nosso querido Manoel Carlos nas novelas: “Laços de Família” (TV Globo/2000) e “Mulheres Apaixonadas” (TV Globo/2003). Que aprendizados você adquiriu com o Maneco durante esses trabalhos?

 

Vinicius Vianna: Aprendi muito com ele. Maneco escreve além de um texto de novela, se é que podemos falar assim. Mas ele também ganhou muito comigo. Meu melhor trabalho eu considero que foi em “Laços de Família”.

 

Jéfferson Balbino: Como é o processo de escrever com outros roteiristas? Chegam a discordar?

 

Vinicius Vianna: Discordamos, concordamos, rimos, sempre focados. É um grande barato!

 

Jéfferson Balbino: E como surgiu o convite pra você ser colaborador na novela “Desejos de Mulher” (TV Globo/2002)?

 

Vinicius Vianna: Eu já tinha trabalhado com o Euclydes em “Andando nas Nuvens”. Ele me chamou de novo.

 

Jéfferson Balbino: Em sua opinião, porque a profissão de novelista ficou tão glamourizada de uns tempos pra cá?

 

Vinicius Vianna: O que mudou foi o número de gente e o avanço tecnológico. O glamour continua o mesmo. Quando eu era pequeno tinha a Janete Clair. “Nino, o Italianinho”. Dias Gomes. Bráulio Pedroso. Depois vieram tantos outros. Mas o auge do glamour foi com Gilberto Braga. Ele foi o primeiro dos novos tempos.

 

Jéfferson Balbino: Normalmente como acontece a construção da sinopse? Como nascem os personagens?

 

Vinicius Vianna: As personagens nascem, renascem, até ficarem de carne e osso, como a gente fala. E a sinopse é a mesma coisa que escrever um livro onde a novela será baseada. É muito difícil e um trabalho que exige muito.

 

Jéfferson Balbino: Você também foi colaborador da novela “Kubanacan” (TV Globo/2003), e um dos grandes destaques da novela foi a atriz Carolina Ferraz interpretando a inusitada Rubi Calderón. Que avaliação você faz do trabalho da atriz com essa personagem?

 

Vinicius Vianna: Ela é uma grande atriz, além de uma mulher inteligente e chique. E tinha o Wolf na direção. Todos os atores estavam muito bem naquela novela.

 

Jéfferson Balbino: Você também participou da construção da sinopse da novela “Da Cor do Pecado” (TV Globo/2004)? A ideia de trazer pela primeira vez na teledramaturgia da TV Globo uma protagonista negra foi da autoria da trama ou da direção da emissora?

                        

Vinicius Vianna: Eu não participei da sinopse. Conversei com o João sobre a novela enquanto fazíamos juntos “Desejos de Mulher”. Mas a ideia é toda dele.

 

Jéfferson Balbino: Nas tramas enigmáticas e repletas de suspenses como foram: “Belíssima” (TV Globo/2006) e “Passione” (TV Globo/2010) toda a equipe de roteiristas das respectivas novelas tiveram acesso à ‘chave’ dos mistérios dessas tramas? Ou esse direito só foi concedido ao autor principal, no caso o Silvio de Abreu?

 

Vinicius Vianna: Em “Belíssima”, não sei se o Sérgio Marques sabia, eu não sabia bulhufas. Não fazia a menor ideia de quem era. Em “Passione” a mesma coisa. Mas é bom, é melhor escrever sem saber quem é o assassino.

 



Escrito por jéfferson às 21h26
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Entrevista Especial com: VINICIUS VIANNA

 

Jéfferson Balbino: Atualmente você integra a equipe de autores da nova novela das seis: “Flor do Caribe” (TV Globo/2013). O que você pode nos dizer sobre sua parceria com: Walther Negrão, Júlio Fischer, Fausto Galvão, Suzana Pires e Alessandro Marson?

 

Vinicius Vianna: Só tem fera. E tá parecendo “Tropicaliente”, a mesma alegria em todos, a mesma empolgação, parece uma festa, apesar de estarmos trabalhando sem parar. E tendo como autor o Negrão, melhor ainda. Agradeço todos os dias de estar trabalhando com ele. E com essa equipe.

 

Jéfferson Balbino: A equipe de roteiristas dessa novela é um pouco grande... Como está sendo divididas as funções? Cada colaborador vem escrevendo pra um determinado núcleo?

 

Vinicius Vianna: Este é o tipo de pergunta que tem de ser dirigida ao Negrão. Mas posso adiantar que todos escrevem tudo.

 

Jéfferson Balbino: E o que o público pode esperar de “Flor do Caribe”?

 

Vinicius Vianna: Muito romance, muita aventura, humor e uma grande história como pano de fundo.

 

Jéfferson Balbino: Antes de finalizarmos: Quais foram as melhores novelas que você já assistiu?

 

Vinicius Vianna: Por incrível que pareça, trabalho tanto que não tenho tempo de ver outras novelas. Mas sem dúvida, não perdi alguns capítulos de “Avenida Brasil”.

 

Jéfferson Balbino: Querido, foi uma honra entrevista-lo, aproveito pra lhe parabenizar por essa belíssima trajetória profissional. Muito sucesso com “Flor do Caribe” e um grande abraço!

 

Vinicius Vianna: A honra foi toda minha Jéfferson. Adorei dar esta entrevista. Um abraço!

 



Escrito por jéfferson às 21h25
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No Mundo... de "Flor do Caribe"

 


Bastidores da festa de lançamento da novela “Flor do Caribe”

 


 

No último dia 23, estive em São Paulo, no badalado Espaço Gardens, para conferir a festa de lançamento da nova novela das seis da TV Globo, “Flor do Caribe”, e que festa maravilhosa foi.

Estava repleta de astros e estrelas da trama escrita pelo competente Walther Negrão. Logo no inicio da festa me deparei com o simpático ator Sérgio Mamberti, que fará o Dionisio na novela, na sequencia falei com a respeitável atriz Lolita Rodrigues, também revi o meu querido amigo jornalista Alexandre Novaski e finalmente conheci o querido Fábio  do site “Fábio TV” que eu conhecia virtualmente há uns 6 anos, a decoração da festa estava incrível e a comida maravilhosa, tudo inspirada ao estilo caribenho e praiano – temática da novela, eu também troquei algumas palavras com o talentoso diretor Jayme Monjardim, e com os simpáticos atores: Bete Mendes, Raphael Vianna, Thiago Martins, Mariza Marchetti, Lívia Aragão, Rafael Almeida, Gésio Amadeu, Fernanda Pontes e a belíssima Daniela Escobar. Revi meu grande amigo Mauro Alencar, me surpreendi com os magistrais cantores: Agnaldo Rayol e Jair Rodrigues. Tietei a Angela Vieira, o Dudu Azevedo, a dona Laura Cardoso e principalmente os protagonistas da novela: Henri Castelli e a minha conterrânea de Jacarezinho, Grazzi Massafera, e que estava mais linda do que nunca. Adorei também rever a excelente diretora Frida Richter...




Escrito por jéfferson às 21h22
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No Mundo... de "Flor do Caribe"

 

 

Mas o ponto alto da minha noite na festa de “Flor do Caribe” foi rever o meu querido amigo, ídolo absoluto e colaborador da novela, Júlio Fischer que como sempre estava elegantérrimo, simpático e mais uma vez me provou que – parafraseando outra querida amiga, a atriz Rosamaria Murtinho que me disse certa vez que ‘estrelismo é coisa de quem não é estrela’ – e me surpreendeu com um exemplo de humildade, onde estávamos conversando e de repente um casal anônimo nos interrompe pedindo a ele que tirasse uma foto deles em frente o logo da novela, aquilo me deixou anestesiado, um exemplo de quem não se corrompeu pelo status que possui, se fosse outro se recusaria, mas ele não, parou a conversa e tirou a foto do casal e ainda se prontificou em tirar novamente caso não ficasse boa aquela foto, não me contive e falei pro casal se sentir honrado porque aquela foto acabará de ser  tirada por um dos autores da nova novela. Se antes já respeitava e admirava esse grande ser humano que é o Júlio Fischer, agora tenho por ele uma imensurável admiração, tão grande que posso nomeá-la como ‘admiração heróica’ ou ‘admiração paternal’. Afinal, no meio de tantos egos inflados que há no mundo dos famosos, um valor tão simples e aparentemente “banal” se sobressai e esse é o maior valor que um ser humano pode e deve ter que é a HUMILDADE, e isso o talentoso dramaturgo e roteirista JÚLIO FISCHER tem pra dar, emprestar e vender, porque ainda lhe sobra muito.


FELIZ ANIVERSÁRIO: JÚLIO FISCHER


Já que estou falando desse grande homem que é o Júlio quero aproveitar pra lhe congratular por seu aniversário que será no dia 13/03, desejando-lhe muito sucesso, paz, amor, saúde e sabedoria, que a vida possa lhe reservar muitos capítulos de felicidade e que Deus o conserve sempre esse ser humano iluminado! A festa de lançamento da novela marcou a história da minha vida, nem se eu viver mil anos esquecerei desse marcante e inesquecível dia que vive!

 



Escrito por jéfferson às 21h22
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Próximo Entrevistado: VINICIUS VIANNA

Semana que Vem...


Meu entrevistado especial é o querido e talentoso roteirista VINICIUS VIANNA, colaborador da novela "Flor do Caribe"

Aguarde!



Escrito por jéfferson às 21h19
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