Entrevista Especial com LOLITA RODRIGUES

 

Eis que chegamos à última entrevista da série “Entrevistados mais que Especiais: Essenciais” que trouxe em comemoração aos 6 anos do site “No Mundo dos Famosos”, seis ilustríssimos nomes da TV e do Teatro brasileiro, e acompanhado desses 6 ilustres entrevistados, tivemos 6 ilustres participações especiais em cada uma dessas entrevistas, que deu um toque muito especial pra mim entrevistador, para o entrevistado e para o leitor que pode conhecer através de outra visão o perfil do entrevistado. Por isso quero agradecer a atriz ANA ROSA, nossa primeira entrevistada dessa série e ao querido MANOEL CARLOS que embora esteja super atarefado com os preparativos de sua derradeira novela dedicou um tempo pra atender meu pedido, obrigado Maneco! Quero também agradecer ao grande novelista BENEDITO RUY BARBOSA, o nosso segundo entrevistado que desvendou momentos épicos da teledramaturgia brasileira ao ser corajoso e responder sem medo as indagações feitas por mim, foi uma honra imensurável entrevistar esse monstro sagrado da telenovela brasileira e na introdução da minha entrevista com o Benedito contei com a maravilhosa participação do meu querido amigo LAURO CÉSAR MUNIZ, outro brilhante novelista que narrou uma cena (real) linda que ocorreu entre ele e o Benedito e que mais uma vez marcaram a amizade e a vida deles. Agradeço ainda meu terceiro entrevistado: o grande diretor de TV e ex-vice-presidente da TV Globo: o BONI, um dos principais responsáveis pelo sucesso da TV e telenovela brasileira em todo o mundo, e ainda ao talentoso AGUINALDO SILVA que escreveu de maneira contundente e excepcional a introdução da minha entrevista com o Boni. O meu quarto entrevistado que agradeço muito por participar dessa série e me conceder essa entrevista é o magistral ator ARY FONTOURA que trouxe a tona momentos marcantes de sua brilhante carreira, e agradeço ainda meu querido amigo MAURO ALENCAR sábio doutor em teledramaturgia que nos blindou com um belíssimo texto de abertura rememorando os célebres personagens defendidos por esse grande ator. Já a minha quinta entrevistada é a simpática atriz SUELY FRANCO que nos contagia com sua alegria e com seu primoroso talento, agradeço demais a ela por nos propiciar essa entrevista exuberante e também a meu querido amigo JÚLIO FISCHER que atendeu prontamente o eu pedido pra apresentar a vocês essa querida e brilhante entrevistada. E agradeço também o grande novelista CARLOS LOMBARDI que está nos devendo uma entrevista aqui pro “No Mundo dos Famosos”, mas que antes irá apresentar a vocês a minha última entrevistada dessa série, só pra adiantar de quem se trata: ela é uma magnifica atriz, pioneira na televisão brasileira, tendo uma importante contribuição nessa história de sucesso da TV e da teledramaturgia brasileira e foi ela quem substituiu nossa querida e saudosa Hebe Camargo na inauguração da TV Tupi em 1950 para cantar o hino da TV Brasileira... Sem mais delongas, deixo o querido Lombardi traçando pra vocês, antes dessa entrevista, a essência dessa celebre atriz.

 

“Conheci dona Lolita como todo mundo – vendo-a na televisão apresentando o ‘Clube dos Artistas’ e o ‘Almoço com as Estrelas’. Ela era bonita, simpática, sempre com uma palavra agradável para os convidados. Certo, é o que se espera de uma boa apresentadora. A diferença é que a gente sempre acreditava quando era legal, parecia mesmo que ela gostava daquela pessoa e estava feliz em recebê-la. Com o tempo, descobri que ela era atriz, também. Uma atriz que passava essa mesma sensação de que o trabalho era fácil pra ela, como se não tivesse que fazer força. Só com os anos descobri que isso era exatamente o contrário do que parecia: era um trabalho árduo e muito bem feito, porque nem trabalho parecia. A alma dela sempre aparecia naqueles inacreditáveis olhos azuis. Talvez a lembrança mais antiga de um personagem é da mulher em crise no casamento na novela ‘Algemas de Ouro’, senão me engano um texto do Benedito. Foi das primeiras mocinhas de novela que me prendeu. Claro que tinha um tempero a mais. Lembrava de minha mãe contando que tinha sido colega de escola da Lolita e que ela e outras alunas iam para o auditório da rádio aplaudi-la – porque a caloura que passava para a fase seguinte era a que o público do auditório escolhia através dos aplausos. Assim, através desse flashback de minha mãe, me sentia mais próximo dela. Foi com prazer que a conheci, anos depois, já escrevendo novelas e tendo a honra de tê-la representando meus textos. Os olhos azuis eram tão sinceros quanto pareciam na TV, a educação de princesa maior ainda do que imaginava. E era uma delícia vendo a cara meio envergonhada mas sempre deliciada quando ela ria mais do que achava que devia das piadas da sua eterna amiga Nair Bello.  O mesmo prazer de ouvi-la me desejando Feliz Aniversário e Feliz Natal todo ano com aquele jeito de princesa que até parece não saber o quanto é legal receber aqueles telefonemas. Dona Lolila pra mim é sempre Dona – é a classe, a simplicidade e o calor em pessoa. Alguém que tenho muito orgulho de conhecer.”

(Carlos Lombardi)

 

 

"A velhice é uma indignidade..."


(Lolita Rodrigues)

 

Jéfferson Balbino: Quando e como surgiu seu interesse pela carreira artística?

Lolita Rodrigues: Jéfferson, eu ia fazer 10 anos e como eu cantava muito a minha mãe achou que eu era cantora aí ela me inscreveu num programa que havia na Rádio Atlântica de Santos (SP), “PRG5”, o programa se chamava “Teatrinho de Brinquedo”, uma senhora que tinha o subtítulo de Dindinha Sinhá, e eu comecei cantando músicas espanholas e aos 13 anos nos mudamos pra São Paulo, e como naquela época existia muito programa de calouros eu participava e comecei a ganhar muitos prêmios, era eu de um lado e a Hebe do outro. Nós nos conhecemos quando eu tinha 15 anos e aí eu assinei um contrato, sempre como cantora, com a Rádio Bandeirantes e depois eu fui pra Rádio São Paulo, voltei pra Bandeirantes e depois fui pra Rádio Tupi onde eu comecei a fazer pontinhas no rádio teatros e aí quando surgiu a televisão eu continuei cantando, mas já comecei a fazer tele-teatro, eu fiquei lá, acho que uns 22 anos, e depois fiquei freelancer.

Jéfferson Balbino: Como foi a responsabilidade em substituir a nossa querida e inesquecível Hebe Camargo e cantar o Hino da Televisão Brasileira na inauguração da TV Tupi em 1950?

Lolita Rodrigues: Eu fiquei meio chateadinha porque a música era horrível (risos). Mas amigo é pra essas coisas né?

Jéfferson Balbino: Mas a senhora cantou num improviso ou teve ensaio antes?

Lolita Rodrigues: Não, não! Eles me chamaram no dia. Eu aprendi com o maestro, com o coral, até que ficou bonitinho, mas a música é muito ruim. E uma letra completamente absurda não tinha nada haver, essas coisas absurdas que acontecem até hoje na televisão...

Jéfferson Balbino: Por falar na Hebe a senhora me disse agora há pouco que a amizade de vocês aconteceu com 15 anos de idade... E como surgiu sua amizade com a nossa também saudosa atriz Nair Bello?

 

Lolita Rodrigues: Com a Nair foi um pouco depois. Foi por volta de 16/17 anos, eu estava na Rádio Tupi e a Nair trabalhava na Rádio Record, eu conheci primeiro a Hebe...



Escrito por jéfferson às 23h32
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Entrevista Especial com LOLITA RODRIGUES

 

Jéfferson Balbino: Foi à senhora que apresentou a Hebe pra Nair?

Lolita Rodrigues: Não, não! Eu era amiga da Hebe, e naquela época o Airton não era meu namorado e fez um concurso de Miss Objetiva daí eu entrei com a Hebe de candidata e a Nair entrou com várias outras da Rádio Record, a Hebe ficou em segundo lugar, e não venci nada, e a Nair era uma moça muito bonita, éramos solteiras, ficamos amigas...

Jéfferson Balbino: E como acontece com todos bons amigos, também ocorriam brigas na amizade de vocês três?

Lolita Rodrigues: Não Jéfferson! Nunca ocorreu... De jeito maneira!

Jéfferson Balbino: Que lembranças você tem da época que apresentava os programas: “Almoço com as Estrelas” e “Clube dos Artistas” (ambos exibidos na TV Tupi) ao lado do seu marido Aírton Rodrigues?

Lolita Rodrigues: Eu me divertia muito, e eu conheci muita gente maravilhosa através dos dois programas. E eu com a idade que estou, 84 anos, eu vivo de saudades, de lembrar das coisas boas e dos queridos amigos também que foram morrendo... E nesse ano que passou eu perdi muitos amigos, todo mundo fala que essa é a melhor idade, mas eu não acho não! A melhor idade é a juventude, eu estou naquela fase de não fazer planos, como diz uma amiga italiana minha: “Depois dos 50 anos, tudo o que vier é lucro...”.

Jéfferson Balbino: Você fez parte do elenco da primeira telenovela diária da TV brasileira que foi “2-599 Ocupado” (TV Excelsior/1963). Na época, como vocês encararam essa novidade de produzir uma novela com exibição diária?

Lolita Rodrigues: Jéfferson, isso foi em 1963, e nessa época o que mais a gente queria era trabalhar, mas ninguém podia prever o que a novela seria de sucesso, foi uma coisa assim arrebatadora, e de repente a gente já não podia mais andar na rua porque era novidade, todo mundo vinha falar com a gente, foi uma época muito boa.

Jéfferson Balbino: Como foi trabalhar com o nosso querido Lauro César Muniz na versão original da novela “As Púpilas do Senhor Reitor” (Rede Record/1970)?

Lolita Rodrigues: Ah o Lauro é maravilhoso... Até havia me esquecido que foi ele quem escreveu “As Púpilas do Senhor Reitor”, lembro mais da novela “Os Deuses estão Mortos”, o nome é cadavérico né? (risos), e eu fazia essa novela com a Amália Rodrigues que fechou um contrato com a Rede Record, e tudo que me aconteceu foi muito agradável.

Jéfferson Balbino: E em relação ao texto do Lauro?

Lolita Rodrigues: Ah o texto do Lauro é maravilhoso né?! Ele é um homem muito inteligente, muito culto...

Jéfferson Balbino: Sua estreia na teledramaturgia da Globo aconteceu na novela “Sassaricando” (TV Globo/1987). Como surgiu o convite pra você ir trabalhar na emissora com essa novela?

Lolita Rodrigues: Foi o Silvio de Abreu, eu devo a minha ida a Globo ao Silvio de Abreu.

Jéfferson Balbino: Entre 1954 e 1959, você viveu diversos personagens no programa “TV de Vanguarda” (TV Tupi). O que você destacaria do seu trabalho nesse programa?

Lolita Rodrigues: Eu trabalhava mais no “TV de Comédia” do Geraldo Vietri, e na “TV de Vanguarda” eu fazia pequenas participações, eu fui protagonizar mesmo foi no “TV de Comédia” que era exibido aos domingos, era um domingo o “TV de Vanguarda” e no domingo seguinte o “TV de Comédia” nós tínhamos uma semana pra ensaiar.

Jéfferson Balbino: E era um programa que satisfazia a senhora como atriz?

Lolita Rodrigues: Ah eu adorava...

Jéfferson Balbino: A propósito como é o seu envolvimento com suas personagens?

Lolita Rodrigues: Ah meu bem, eu sou como a Bibi falou e eu nunca mais esqueci, a gente sai do palco, que não seria meu caso, mas sim de uma gravação, tem gente que fala que sai e leva o personagem pra casa né? Eu não! Saio tranquila e deixo lá.

Jéfferson Balbino: Então quando acaba uma novela a senhora desapega fácil da personagem?

Lolita Rodrigues: Eu sinto muita falta, me sinto órfã porque eu acostumo com o elenco durante quase 1 ano, e depois faz muita falta.

Jéfferson Balbino: Quais são suas perspectivas em relação ao futuro da telenovela no Brasil?

Lolita Rodrigues: Jéfferson, eu acho que a telenovela sempre vai ter um lugar certo na casa das pessoas até porque não é todo mundo que tem meios pra ir num teatro, ou jantar fora, ou ainda ir ao Cinema. E a telenovela é uma coisa que entra na casa da gente e se a gente não gosta a gente não assiste e se gosta, assiste. Eu acho que não vai ter fim não!

Jéfferson Balbino: Você também atuou na novela “Rainha da Sucata” (TV Globo/1990) que vem sendo reprisada pelo Canal Viva, onde você viveu a Lena. Que importância esse trabalho tem na sua carreira?

 

Lolita Rodrigues: Eu adorei, eu fiz duas novelas do Silvio de Abreu e gosto muito do texto dele, porque ele dá tudo mastigado para o ator né? E eu tenho muita saudade da Lena, eu gostava muito dela, e agora eu me vejo 20 anos mais nova (risos) e, é bom a gente se ver mais jovem...



Escrito por jéfferson às 23h30
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Entrevista Especial com LOLITA RODRIGUES

 

 

Jéfferson Balbino: Mas a senhora continua bonita como sempre. Eu tive o privilégio de conhecer a senhora pessoalmente durante a festa de lançamento da novela “Flor do Caribe” (TV Globo/2013) e me lembrei de quando a senhora fazia a novela “A Viagem” (TV Globo/1994) e posso lhe garantir que o tempo só aprimorou a beleza da senhora...

Lolita Rodrigues: Ah que bonzinho você é... (risos). Muito obrigada!

Jéfferson Balbino: Com a Nair Bello você chegou a trabalhar nas novelas: “A Viagem” (TV Globo/1994) e “Uga Uga” (TV Globo/2001). Como era contracenar com ela?

Lolita Rodrigues: Era uma brincadeira...

Jéfferson Balbino: E vocês ensaiavam juntas o texto da novela? Uma na casa da outra, por exemplo?

Lolita Rodrigues: Não, não! Ensaiávamos só na televisão mesmo...

Jéfferson Balbino: Já que estamos falando na novela “A Viagem”, essa foi à última trama escrita pela novelista Ivani Ribeiro. Como era seu contato com essa celebre autora durante a novela?

Lolita Rodrigues: Eu tinha contato de amiga. Eu assistia as novelas dela, ligava e dizia: “Isso eu gostei, isso eu não gostei...”. Eu comecei a fazer novela da Ivani já na TV Excelsior nos anos 1960, ela era muito amiga minha. A Ivani era um encanto de pessoa, era muito reservada, mas era muito bondosa, uma pessoa muito boa.

Jéfferson Balbino: O que você considera ser sua maior contribuição na história da TV Brasileira?

Lolita Rodrigues: Meu bem, a gente quando trabalha, o artista é o entretenimento a gente leva alegria, emoção e diversão para as pessoas, nós somos formadores de opinião. Só um momento esqueci o que eu ia falar, oh meu Deus, a velhice é uma indignidade... [pausa]. Então o artista, eu, por exemplo, sempre levo e relevo alguma coisa, porque no trabalho a gente tem que dar o melhor de si, então eu não sei te dizer, apenas que trabalhei com muita alegria e gostava de tudo. Então a minha alegria e meu trabalho foi a minha maior contribuição e espero que tenham gostado.

Jéfferson Balbino: Que lembranças você tem do seu trabalho na novela “Terra Nostra” (TV Globo/1999)?

Lolita Rodrigues: Maravilhosa! O Benedito é um poeta, eu tenho muitas saudades, eu fiz novela dele quando eu estava na TV Record, acho que foi duas. O Benedito é uma pessoa que a gente tem que ter o maior respeito por ele.

Jéfferson Balbino: Qual foi a personagem que mais lhe deu prazer em fazer?

Lolita Rodrigues: Sempre a última, mas eu gostei de todas...

Jéfferson Balbino: Até então a última novela que você atuou foi “Viver a Vida” (TV Globo/2009). Tem planos de voltar a fazer novela?

Lolita Rodrigues: Meu bem, eu estou numa idade, fiz recentemente 84 anos, então a gente não faz planos, a gente vê o que Deus está planejando pra gente e eu espero que ele me deixa ficar aqui mais um tempinho. Não se faz planos com 84 anos...

Jéfferson Balbino: Então se a senhora receber um convite pra atuar em novelas a senhora aceita?

Lolita Rodrigues: Ah claro... Se for uma coisa boa eu aceito!

Jéfferson Balbino: A quem a senhora atribui o imenso sucesso da sua brilhante carreira?

Lolita Rodrigues: Não meu bem, eu sempre trabalhei com gente muito boa, todo mundo me ajudava e eu também ajudava todo mundo, é uma troca de amizades que eu sempre tive.

Jéfferson Balbino: Então não tem alguém especifico?

Lolita Rodrigues: Não, não! Porque aí eu iria ser indelicada, porque sempre esquecemos nomes...

Jéfferson Balbino: Que dica a senhora deixa pra quem almeja se tornar uma grande atriz como à senhora?

Lolita Rodrigues: Eu não sou uma grande atriz não! Agora é muito mais fácil que no meu tempo, porque no meu tempo não era só mostrar a bunda, agora a pessoa começa num dia e no outro já está mostrando a bunda e saindo com tudo de fora. E eu não entendo porque já que um dia a bunda cai e por isso precisa ter talento.

Jéfferson Balbino: Há quase 63 anos atrás quando a senhora começou a construir juntamente com outros ícones a História da televisão a senhora imaginou que a TV brasileira seria o que é hoje?

Lolita Rodrigues: A gente não tinha ideia nenhuma do que seria, era tudo uma grande incógnita, e meus colegas daquela época vieram todos do rádio, todo mundo com muita esperança, esperando uma coisa que não sabia o que era, porque ninguém imaginou o que a televisão iria significar na casa das pessoas, a gente passou a contracenar com pessoas que nunca imaginávamos que existiria...

 

 

Jéfferson Balbino: Antes de finalizarmos: Quais foram as melhores novelas que você já assistiu?

Lolita Rodrigues: Jéfferson, eu sou noveleira, eu sempre lembro de uma novela que por incrível que pareça foi escrita pelo Lauro César Muniz que foi “O Casarão”, eu tinha paixão por aquela novela.

Jéfferson Balbino: Existe alguma personagem interpretada por outra atriz em novelas que a senhora gostaria de ter interpretado?

Lolita Rodrigues: Não, eu nunca pensei nisso. Eu sempre acho que as outras são melhores que eu, e por isso eu nunca tive essa pretensão.

Jéfferson Balbino: Querida, foi uma honra entrevistar um grande mito da nossa televisão como você. Obrigado por tudo que você com seu imensurável talento fez em prol da TV e da teledramaturgia brasileira, um grande beijo!

 

Lolita Rodrigues: Ah obrigada Jéfferson, você é muito gentil. Um beijo!



Escrito por jéfferson às 23h28
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Próxima Entrevistada: LOLITA RODRIGUES



Escrito por jéfferson às 23h23
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