Entrevista Especial com EVA TODOR

 

Hoje eu entrevisto uma grande e muito maravilhosa atriz, ela é simplesmente uma das melhores atrizes que o Brasil já conheceu. Ao longo de seus 93 anos, muito bem vividos, ela contribuiu imensuravelmente pra evolução da Arte no Brasil, e olha que nem aqui ela nasceu, mas sim em Budapeste na Hungria, porém, ela é tão querida por todos nós brasileiros que ela é sim uma brasileira como nós somos. Recentemente ela deu um show de interpretação como a Dália na novela “Salve Jorge”, e a partir de amanhã ela retorna a telinha na re-reprise da novela “O Cravo e a Rosa” que volta em cartaz na sessão vespertina “Vale a Pena Ver de Novo”, como a adorável trambiqueira Josefa. Dona de um talento inigualável e de uma generosidade exorbitante essa atriz magistral já atuou em dezenas de novelas, em centenas de peças teatrais e sempre nos cativa pela emoção, por sua simplicidade e por sua comédia deliciosa. A ‘Entrevista Especial’ de hoje do “No Mundo dos Famosos” é com uma atriz tão popular que nos cativa de tal maneira que os sentimos íntimos dela, sentimos e queríamos que ela fosse uma avó, uma mãe, uma irmã ou então uma amiga nossa, e poucos artistas tem esse dom que ela tem, de conquistar o nosso coração só de nós a vermos pela tela da televisão. Me senti muito bem acolhido quando estive em seu apartamento no bairro do Flamengo no Rio de Janeiro pra fazer essa entrevista com ela, embora ela não se sentia muito bem de saúde ainda assim nos tratou com uma gentileza e um amor ímpar, o que fez eu gostar, admirar e amar ainda mais essa querida atriz. Minha entrevistada é a magnifica EVA TODOR.

 

“Eu acho a velhice um prêmio de Deus...”

(Eva Todor)

 

Jéfferson Balbino: O que motivou a senhora a trocar a dança pela carreira de atriz?

Eva Todor: Jéfferson, eu tinha casado cedo com 14 anos e o meu marido resolveu mudar também de gênero, então largou a revista, me tirou de lá, disse que não dava certo e resolveu fazer comédia, todo mundo pensou que ele estava louco porque além de eu ter 15 anos nessa época, eu falava mal o português. Eu tinha vindo da Hungria, e falava mal o português, mas deu certo, montamos a primeira comédia e de certo, e daí por diante fizemos muito mais comédia e eu fiquei vários anos na revista, voltei a Portugal com a minha companhia e fiquei lá por dois anos e meio com a companhia que graças a Deus deu certo e voltamos de lá pro Brasil e aí ele faleceu depois de 28 anos de casada e eu fiquei viúva cedo, mas logo depois eu casei com um rapaz que já era meu amigo, mas eu gostei muito dele e fomos muito felizes e parece que não, mas fiquei 25 anos casada com ele, não estranhe mais a minha idade permite (risos).

Jéfferson Balbino: Mas a partir do momento que a senhora decidiu querer ser atriz, a senhora desistiu da dança, de ser bailarina?

 

Eva Todor: Depois disso e dancei uma vez ou duas ainda, mas não como carreira.




Escrito por jéfferson às 23h53
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Entrevista Especial com EVA TODOR

 

Jéfferson Balbino: Sua estreia na televisão ocorreu no programa “As Aventuras de Eva” (TV Tupi/1957). Houve alguma dificuldade em estrear na televisão?

Eva Todor: Nenhuma dificuldade. Meu primeiro marido que escrevia, escrevia muito bem, ele era autor, ele escrevia umas séries muito boas pra mim e ficamos 3 anos no ar, depois parou e eu fui pra Portugal onde fiquei por dois anos e meio com a companhia e quando eu voltei fui pra comédia,  mas daí meu primeiro marido faleceu, daí já com o segundo marido eu continuei com a comédia e assim continuei até agora a pouco tempo quando fiquei doente antes de terminar a novela “Salve Jorge”, mas em todo caso ainda sobrevivi, ainda sobrevivo! (risos)

Jéfferson Balbino: Em 1975, a senhora ia fazer a célebre personagem Dona Pombinha na versão censurada da novela “Roque Santeiro”. Porque a senhora não fez a personagem 10 anos depois quando a Globo resolveu produzir novamente a novela?

Eva Todor: Então eu ia fazer, mas daí a novela foi proibida e eu voltei pra comédia. Depois eu não pude fazer porque eu estava com um grande sucesso no Teatro e não podia voltar.

Jéfferson Balbino: E o que a senhora achou da Eloíza Mafalda fazendo a personagem que seria da senhora?

Eva Todor: Gostei muito de ver a Eloísa Mafalda fazendo, ela é uma grande atriz. 

Jéfferson Balbino: Mas a senhora não sentiu uma ‘dorzinha’ no coração em ver outra atriz interpretando a personagem que seria sua?

Eva Todor: Não, não! Eu não tenho essas coisas, não tenho ciúmes, inclusive porque eu estava fazendo outra coisa que foi um grande sucesso.

Jéfferson Balbino: A senhora deu um show de interpretação ao interpretar a Kiki Blanche na novela “Locomotivas” (TV Globo/1977). Como foi atuar nessa inesquecível novela?

Eva Todor: Então depois voltei com a comédia pra televisão com esse grande sucesso que foi “Locomotivas”. E eles quando me convidaram pra fazer essa novela me disseram que era muito boa, que era um primeiro papel e eu aceitei e fiz e foi muito bem, foi um grande sucesso tanto que nunca mais me largaram da televisão. Recentemente eu até recebi uma carta, uma espécie de contrato vitalício da TV Globo.

Jéfferson Balbino: Em 2010, a senhora chegou a fazer uma participação especial no remake da novela “Ti Ti Ti” (TV Globo), como foi reviver a personagem Kiki Blanche 33 anos depois?

Eva Todor: Eu acho que não meu amor... Eu fiz? Então eu fiz, não me lembro (risos).

Jéfferson Balbino: Na novela “Te Contei?” (TV Globo/1978) a senhora viveu a dona de pensão Lola. Qual foi sua fonte de inspiração pra compor essa personagem?

Eva Todor: A Lola era uma espanhola... Mas não me inspirei em ninguém não! Eu criei ela e um amigo meu que era espanhol me deu várias expressões, gírias em espanhol que resultou muito.

Jéfferson Balbino: Como foi trabalhar com a grande novelista Janete Clair atuando nas novelas: “Coração Alado” (TV Globo/1980) e “Sétimo Sentido” (TV Globo/1982)?

Eva Todor: Foi uma beleza, a Janete era uma coisa maravilhosa, fora do comum...

Jéfferson Balbino: Então nos bastidores a senhora e a Janete Clair tinham uma amizade também?

Eva Todor: Amizade também! Com todos que a gente trabalha, a gente cria uma certa amizade, uma relação intima que a gente não sabe explicar o que é, mas é um fato que é importante.

Jéfferson Balbino: Em 1987, a senhora deu vida a intrometida Liúba na novela “O Outro” (TV Globo). Que lembranças a senhora tem dessa personagem?

Eva Todor: Lembranças boas, trabalhei com a Claudia Raia e com outros artistas, foi realmente muito agradável.

Jéfferson Balbino: Embora a senhora não tenha tido filhos na vida real, a senhora deu vida a uma mãezona que todos gostariam de ter na novela “Top Model” (TV Globo/1989). E essa novela a senhora fez logo após a perda do seu segundo marido, ou seja, num momento difícil da sua vida. E, embora a senhora estivesse passando por todos esses percalços ainda assim a senhora desempenhou um belíssimo trabalho. No que a senhora buscou força pra prosseguir sua vida e carreira sem a presença do seu marido?

 

Eva Todor: Foi um momento difícil eu tinha perdido meu segundo marido, e eu me senti sozinha no mundo, digo sozinha sem ninguém, e eu declarei numa entrevista que dessa vez eu estava só na vida, porque eu já tinha perdido minha mãe, meu pai, irmãos eu nunca tive, eu não tive parentes, a não ser os parentes que sobraram do meu marido, e pessoas mais distantes um pouco, e eu fiquei muito triste, e aí eu fui chamada pela Globo pra fazer a novela “Top Model” e nessa altura, o Boni, generosamente, me disse: “Você nunca mais dê entrevista dizendo que esta sozinha na vida, pois isso não tem sentido, você não está sozinha, você tem a Globo que é sua e você pertence a Globo.”, e desde então nunca mais me largaram.



Escrito por jéfferson às 23h50
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Entrevista Especial com EVA TODOR

 

 

Jéfferson Balbino: E foi esse belíssimo consolo do nosso querido Boni que deu forças pra senhora superar aquele momento difícil?

Eva Todor: Sim, deu muita força, foi muito bom, foi o que me salvou e o que me deu uma vida feliz até hoje.

Jéfferson Balbino: O que a senhora acha mais gratificante na carreira de atriz?

Eva Todor: Eu não considero lisonjeiro ser uma grande atriz. Eu considero muito lisonjeiro ser uma atriz popular. E principalmente muito simpática e querida pelo público. É isso que eu considero grande, gratificante...

Jéfferson Balbino: A senhora atuou em diversas novelas escritas pela Glória Perez, como: “Partido Alto” (TV Globo/1984), “De Corpo e Alma” (TV Globo/1992), “América” (TV Globo/2005), “Caminho das Índias” (TV Globo/2009) e em “Salve Jorge” (TV Globo/2012). Como a senhora definiria sua parceria com essa grande novelista?

Eva Todor: Amo a Glória Perez, gosto muito dela, muito mesmo. De modo geral gosto de todos os autores que trabalhei até hoje, fiquei gostando, e continuo gostando, não trabalho por acaso, mas se chamarem eu vou e trabalho novamente.

Jéfferson Balbino: Durante a novela “Salve Jorge”, sua personagem, a Dália, ficou sumida durante vários capítulos da novela. Esse fato te desagradou?

 

Eva Todor: Primeiro eu não me sentia bem desde aquela época, além disso tinha cento e tantas figuras [personagens], e a Glória teve que diminuir e aí não coube mais minha personagem que era uma fuxiqueira que andava fuxicando de tudo quanto é lado, não deu mais e por isso eu fiquei de fora um tempo, até que a novela resolveu terminar um pouco mais cedo e nesse mais cedo ela fez uma cena pra mim pra terminar, e nessa altura eu matei o marido da outra e pronto (risos).

Jéfferson Balbino: Mas esse sumiço da Dália não desagradou à senhora?

 

Eva Todor: Não, foi de comum acordo!

Jéfferson Balbino: Qual a importância que a novela ocupa na cultura brasileira?

 

Eva Todor: Eu acho a novela ótima, pois ensina muita coisa, embora, às vezes, coisas más, mas também ensina aquilo que a gente não deve fazer na vida real e ensina coisas boas que podem ser feitas.

Jéfferson Balbino: O que a senhora destacaria da sua carreira no Teatro?

 

Eva Todor: Isso eu não vou saber te responder porque foram centenas de peças... foi uma longa carreira Jéfferson, tão longa que você nem sonhava em nascer (risos). Eu só tenho a dizer que eu amo o Teatro, que o Teatro é tudo, que o Teatro é o que realmente fica, a novela também, porque a novela penetra mais, mas o Teatro fica, eu encontro pessoas que me falam terem e visto há 20 anos atrás numa peça, já com novela não é bem assim, pois depois de alguns meses que acaba as pessoas esquecem.

Jéfferson Balbino: Na novela “Quem é Você?” (TV Globo/1996) a senhora deu vida a Augusta que vivia numa casa de repouso e que procurava por uma filha desaparecida. Como a senhora trabalhou o perfil psicológico dessa personagem?

 

Eva Todor: Foi uma grande novela. Deprimi um pouco quando é muito angustiante, mas como eu não sou uma pessoa angustiada e nem triste isso não me afeta, não me atinge porque na vida real eu sou uma pessoa muito feliz, muito realizada. Eu faço meu trabalho sem me prender a personagem, como uma costureira faz um vestido.

Jéfferson Balbino: A senhora ainda integrou o elenco das minisséries: “Hilda Furacão” (TV Globo/1998), “JK” (TV Globo/2006) e “Amazônia – De Galvez a Chico Mendes” (TV Globo/2007). Atuar em minissérie é diferente de atuar em novela?

 

Eva Todor: Atuar em minissérie é mais fácil, mas não é diferente. E dependendo do papel nem sequer é mais fácil. Mas é agradável. Sabe Jéfferson, que eu amo muito o teatro, mas amo demais a televisão, tanto que eu não gostaria nunca de deixa-la. E eu não aguento mais fazer teatro, e nem as duas coisas ao mesmo tempo, porque realmente não tenho mais forças...

Jéfferson Balbino: Como foi contracenar com os atores Diogo Vilela e Luiz Carlos Tourinho na novela “Suave Veneno” (TV Globo/1999)?

 

Eva Todor: Eles são uma das criaturas mais doces que eu já conheci. Os dois sempre eram alegres, doces, educados, gentis, generosos, enfim de modo geral, parece mentira, mas não é, todos que trabalham em novelas e em teatro com a gente, devido a convivência com a gente se tornam filhos e irmãos por serem generosos e se não forem generosos não combinam muito bem o trabalho.

Jéfferson Balbino: O que a senhora gosta de fazer quando não esta no ar com novela?

 

 

Eva Todor: Quando estamos gravando o momento que estou em casa estou estudando o papel, agora que eu estou de férias eu estou cuidando de um problema na garganta, porque estou rouca, tenho uma certa tontura, talvez seja labirintite, estou fazendo fisioterapia e fonoaudióloga. 



Escrito por jéfferson às 23h48
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Entrevista Especial com EVA TODOR

 

 

Jéfferson Balbino: Meses atrás eu entrevistei a atriz Lolita Rodrigues que me disse achar a ‘velhice uma indignidade’. A senhora ao longo de seus 93 anos também compartilha dessa opinião?

 

Eva Todor: Eu não! Eu acho a velhice um prêmio de Deus, quando essa velhice é feliz, é bem sucedida, e principalmente querida, conhecida e popular. Quando continua no pedestal que a gente julga ter conquistado jovem, a gente é uma pessoa realizada e pede a Deus que continue um pouco mais. Eu não quero morrer já, inclusive já falei com Jesus: “Não me deixe morrer já!”, me dá mais um pouco de tempo que é muito importante pra mim.

 

Jéfferson Balbino: Com certeza Ele irá te ouvir, pois nós também queremos muito isso...

 

Eva Todor: Não é verdade, mas eu digo a Ele que tenho muito o que fazer ainda aqui.

Jéfferson Balbino: E a senhora usa internet? Domina as redes sociais?

 

Eva Todor: Nada, nem computador nada disso, tenho telefone e olhe lá... Nem celular eu tenho. Mas eu tenho empregados muito bons, chofer, cozinheira, acompanhante... Eles me cercam como empregados, mas eu os considero como filhos. Negócio de botão não é comigo (risos)!

Jéfferson Balbino: A que a senhora atribui o sucesso da personagem Josefa da novela “O Cravo e a Rosa” (TV Globo/2000)?

 

Eva Todor: Adorei fazer essa novela. Essa novela ficou na nossa memória e ficou na certeza, a nossa mente, na minha pelo menos, que o autor Walcyr Carrasco é um grande autor, um grande comediante e eu acho ele admirável, eu gosto dele.

Jéfferson Balbino: A senhora também atuou no “Sítio do Picapau Amarelo” (TV Globo/2001) e em “Malhação” (TV Globo/2002). Como foi contracenar com jovens atores e ter atuado pra esse público jovem?

 

Eva Todor: Foi muito engraçado, eu fiz tudo o que você pode imaginar.

Jéfferson Balbino: Imagino... E a senhora ao mesmo tempo que ensinou eles aprendeu com eles né?

 

Eva Todor: Sim, aprendi, a gente aprendi com os jovens sempre, mais do que com os velhos (risos). A nossa vantagem como atriz é ter a percepção e a habilidade de aprender aquilo que os outros nos dão. E os jovens nos dão muita coisa. E isso que eles nos dão a gente guarda e usa e isso é uma grande vantagem.

 

Jéfferson Balbino: Como surgiu o convite pra senhora atuar na série “As Brasileiras” (TV Globo/2012) onde a senhora viveu a dona Conchita no episódio: “A Vidente de Diamantina”?

 

Eva Todor: Também trabalhei com essa personagem no Teatro Municipal... Foi uma delicia de fazer...

Jéfferson Balbino: Quais são os artistas brasileiros que a senhora mais admira?

 

Eva Todor: Isso eu não sei te dizer por que primeiro eu não lembro o nome de todos, segundo eu amo todos, admiro todos, eu não sei destacar um, porque eu vou esquecer outro que eu gosto muito.

Jéfferson Balbino: A senhora é uma atriz que embora esteja com 93 anos, aliás, muito bem vividos, não aparenta a idade que tem por desperta em lhe vê alegria e jovialidade. Que balanço a senhora faz da sua vida e da sua carreira?

 

Eva Todor: Jéfferson, eu vou ser muito pouco modesta, mas eu acho a minha vida fenomenal. Primeiro porque e só vivi grandes sucessos, segundo porque a longevidade me deu uma segurança e uma popularidade fora do comum onde o povo não me esquece, basta eu sair na rua que imediatamente eu encontro umas vinte pessoas que me acolhem, me falam, que me ajudam. Enfim, acho a minha vida estável, uma estabilidade grande que a Globo me dá, que eu conquistei no Teatro e depois que a Globo continuou, adoro a minha vida e gosto de ser velha, e só quero que essa velhice continue...

Jéfferson Balbino: E o que a senhora acredita ser sua maior contribuição na história da teledramaturgia brasileira?

 

Eva Todor: A popularidade que eu tenho, que eu conquistei.

Jéfferson Balbino: Lembrando que a senhora nasceu em Budapeste (Hungria) e hoje a senhora é uma brasileira nata...

 

Eva Todor: Sim, mas no principio foi difícil à língua. Mas eu era muito jovem, tinha 14 anos quando casei a primeira vez.

Jéfferson Balbino: Já tem planos de fazer novela ou pretende curtir as férias?

 

Eva Todor: Eu espero fazer em breve outra novela. Talvez uma minissérie por ser pequena, ou outra coisa pequena. Mas eu espero com fé e esperança também fazer logo outro trabalho na televisão.

Jéfferson Balbino: Antes de finalizarmos: Quais foram as melhores novelas que a senhora já assistiu?

 

Eva Todor: Gosto de assistir, quando eu posso eu assisto. Escolho “Top Model”, “Locomotivas”, e uma que você não citou: “Em Família” do Durval Vianna Filho que foi uma grande peça. “O Cravo e a Rosa” também e várias outras novelas da Janete Clair e da Glória Perez.

Jéfferson Balbino: E qual foi a personagem que a senhora mais gostou de fazer ao longo de sua bem sucedida carreira?

 

Eva Todor: Eu gosto de fazer comédia, eu sou por natureza uma comediante. Eventualmente eu faço uma coisa mais séria, mas o gênero que eu mais faço e mais gosto é a comédia, onde eu levo o público à loucura.

Jéfferson Balbino: Dona Eva, muito obrigado por conceder essa entrevista ao “No Mundo dos Famosos”. Parabéns pela brilhante carreira e muito obrigado por tudo que a senhora fez em prol da cultura brasileira com seu impecável trabalho!

 

 

Eva Todor: Obrigado a você Jéfferson por ter vindo de tão longe pra me entrevistar, gosto muito do Paraná, gosto demais daquele povo que é muito adiantado que tem coisas muito melhores do que nos aqui no Rio de Janeiro. E nós temos uma certa inveja também (risos), mas admiro demais os paranaenses. Obrigada Jéfferson! Eu cumprimento também todos os jovens que acompanham o “No Mundo dos Famosos”. Um beijo pra vocês todos!



Escrito por jéfferson às 23h43
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